Não deixa de ser irónico, para não dizer revelador, que o Primeiro-Ministro tenha decido destacar na sua mensagem de Natal três áreas em que o seu Governo foi confrontado com evidências imparciais do acerto de políticas que herdou do anterior governo e que desmentem a narrativa das esquerdas: educação, combate à pobreza e emprego.
Lembra-se de Alexis Tsipras? Sim, aquele revolucionário grego que condenava a austeridade e que se opunha às privatizações? O mesmo que acabou a despachar ministros do seu governo que se recusavam a vender ativos do Estado (privatizações) e que se tem revelado um "corta-despesa" por excelência.
A música pop nunca foi inocente. Esteve sempre apaixonada pelo pecado. Fosse ele o sexo, as drogas ou o consumo económico desenfreado. Foi muitas vezes o reflexo de uma era ou o interruptor de mutações sociais e culturais que transformaram as sociedades.
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